Todos nós conhecemos alguém que já passou pela experiência de enfrentar um câncer, dentre tantas faces desse vilão um fato vem deixando a saúde pública em estado de alerta. O aumento nos casos de tumores de boca e de garganta, principalmente entre os jovens. Já sabemos que o consumo de álcool, tabaco e drogas é o maior gerador da doença, porém este crescimento no número de incidências também está diretamente ligado ao sexo oral sem proteção.

O Papilloma Vírus, popularmente conhecido como HPV, é um vírus que ao afetar os órgãos genitais se torna uma infecção e sua transmissão se dá por contato direto com a pele ou mucosa infectada no ato sexual e tem a capacidade de desenvolver um câncer em curto período de tempo.
Com diagnóstico ainda tardio, metade das pessoas que tem câncer de boca morrem, segundo alerta o presidente da Comissão de Ensino e Pesquisa do Hospital do Câncer, Arlindo Aburad. Além disso, os que conseguem superar a doença acabam muitas vezes com sequelas graves, como a necessidade de retirada da língua e até da mandíbula.

O câncer de boca mutila muito e a face é muito exposta. As sequelas vão para o resto da vida.
Uma ferida nos lábios, gengiva ou parte interior da boca que não cicatriza e sangra com facilidade, um caroço ou inchaço manchas brancas e vermelhas são alguns sinais que, em muitos casos, passam despercebidos, por isso é de suma importância às consultas regulares ao dentista, pois ele está preparado para detectar os primeiros sinais do câncer bucal.

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